Sobre e Contato

 

Nome: Philippe Leão

 
Função:
Pesquisador, palestrante, crítico de cinema e fundador do Cineplot
Contato: philippe.cineplot@gmail.com
 

Quem sou eu:

Não há nada mais difícil que se auto-descrever, mas vamos ao básico. Nascido em 1991, sou estudante de Geografia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) onde realizo pesquisas na área de cinema. Minha pesquisa, no momento, envolve o estudo do Expressionismo Alemão. Faço parte do Projeto Educação Poética, onde realizo novo segmento de pesquisa direcionado a filosofia, aprofundando o pensamento sobre a técnica e narrativa cinematográfica. (Alguns artigos meus constam aqui na página na aba: Artigos Científicos). Sou também palestrante e realizo cursos sobre a sétima arte. Minha paixão por cinema, acredito que como a grande maioria, começou com Hitchcock, mas o aprofundamento e a percepção de que essa arte poderia ser muito mais chegou com Kurosawa, na época “Os Sete Samurais”. Meus diretores favoritos são Ingmar Bergman, Akira Kurosawa, Kim Ki Duk, Krzysztof Kieslowski, Federico Fellini, Pasolini e David Lean (entre outros). Meus filmes favoritos são: As Pequenas Margaridas (Vera Chytilová), Primavera, Verão, Outono, Inverno e… Primavera (Kim Ki Duk), Trono Manchado de Sangue (Akira Kurosawa), Persona (Ingmar Bergman), Não Amarás (Krzystof Kieslowski), Noites de Cabíria (Federico Fellini), Lawrence da Arábia (David Lean), Era uma Vez no Oeste (Sergio Leone) e Cria Corvos (Carlos Saura); Medeia (Pasolini).

 

 

COLABORADORES

adelaide3Nome: Catarina Almeida

Função: Crítica de Cinema

Nasci em maio de 1994, cinéfila que eu me lembre desde os sete anos de idade, quando pela fresta da porta do quarto via trechos de filmes escondida, como “O Exorcista” – que na época era o grande terror dos meus pesadelos -,  “A Bruxa de Blair” e outros, mas foi aos 12 anos de idade em que tive o prazer (ou desprazer) de assistir “Laranja Mecânica”, filme esse que marcou pra sempre minha vida, deixando claro para mim que o cinema não se tratava apenas de uma paixão e sim da maneira em que eu gostaria de viver, ou seja, a possibilidade de dar vida aos sonhos e a imaginação sem limites. Aos 16 entrei para uma escola técnica de cinema, e lá tive o que foi minha experiência cinematográfica, desde então não parei de produzir curtas experimentais e ficcionais. Atualmente curso cinema na Estácio de Sá, e estou em processo de finalização do meu curta-metragem, Maria Adelaide. Meus olhos sempre brilham quando escuto os nomes de Bergman, Goddard, John Waters, David Lynch, Pasolini, Varda… E tenho um carinho especial ao movimento do cinema marginal, principalmente em relação Sganzerla e Helena Ignez, essa última inclusive, será meu objeto de estudo monográfico e futuramente no mestrado.

 

Nome: Fernando Boechat

Função: Crítico de Cinema

Quem sou eu: Cinéfilo por paixão, nascido em março de 1986, fui marcado na infância por filmes do Van Damme e vários filmes de terror da década de 80 como: “a hora do pesadelo”, “Brinquedo Assasino”, etc. Mas os que mais me chamavam atenção eram os filmes de fantasia da década de 80, década recorrente para mim, pela peculiaridade de que em meados da década de 90 os filmes demoravam muito tempo após saírem do cinema para serem reproduzidos na televisão. Pude pegar essa fase de ouro de filmes de terror e de fantasia que me deixam intrigados até hoje pelo caráter lúdico e por sempre ter uma mensagem a mais, além do óbvio, com os bons filmes sempre operando em mais de uma camada de significados. Aos 17 tive uma ruptura que me levou a aprofundar meu interesse cinematográfico, falo da experiência única de assistir “Cidade dos Sonhos” quando me tinham indicado na verdade “Cidade dos Anjos”. Meu instinto falou mais alto e por conta disso hoje estudo cinema de forma mais ou menos autodidata, realizando um estudo monográfico no curso de Ciências Sociais da UERJ tendo como tema o cinema político francês pós Maio de 68, que terei o prazer de disponibilizar no blog assim que estiver pronto. Dizer que eu tenha preferência sobre algum cinema em relação a outro seria inútil, pois ainda há muito o que se descobrir. Tenho em altíssima estima a nouvelle vague francesa, sendo um grande admirador de Truffaut, Rohmer, Rivette, Godard, Chabrol… Todos geniais, cada um a sua maneira. Varda também não pode fugir da lista. Mais recentemente me deparei com alguns filmes da nouvelle vague tcheca que, por mil e uma razões, talvez venham a destronar a onda francesa em meu panteão. A filosofia, assim como a política e a sociologia e diversas áreas correlatas, também me marcaram e marcam a ponto de que eu veja no cinema um ótimo campo para essa exploração multifacetada, da qual sou apenas um iniciante determinado.

 

Nome: Leonardo Carvalho

Função: Crítico de Cinema

Quem sou eu: 

Como consta na minha certidão de nascimento, nasci no dia 25 de abril de 1994. Sou estudante de Letras pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Além disso, sou apaixonado por literatura, música e, é claro, cinema. Minha paixão pelo cinema começou quando assisti “Psicose” e descobri que existiam muitos mais filmes além dos grandes blockbusters. Dentre os meus diretores preferidos estão: Alfred Hitchcock, François Truffaut, Ingmar Bergman, Michael Haneke e Federico Fellini. Dentre os meus filmes preferidos: “Psicose”, “2001 – Uma Odisseia no Espaço”, “Metropolis” e “O Sétimo Selo”. 

 
 
 
Nome: Matheus Fiore
Função: Crítico de Cinema
Contato: matheusfiore3@gmail.com

Quem sou eu:

Redator publicitário e graduado em marketing, sempre teve paixão por filmes. A transição entre “espectador que observa como entretenimento” e “cinéfilo que admira como arte”, porém, só chegou aos 20 anos, quando começou a conhecer mais o cinema europeu e entender melhor a construção de filmes de consagrados cineastas americanos e britânicos como Kubrick e Hitchcock. Além de escrever para o Cineplot, tem seu site, o Plano Aberto, onde fala sobre filmes e séries, com maior foco em lançamentos. Hoje, aspirante a crítico profissional, é cinéfilo incurável e tem como principais referências Ingmar Bergman, Billy Wilder, Alfred Hitchcock, Stanley Kubrick e Vittorio De Sica.

34rfNome: Matheus Petris

Função: Crítico de Cinema.

Quem sou eu:

Sou técnico em informática, área em que atuo há mais de cinco anos. Cursei economia durante certo tempo e tranquei o curso para iniciar meus estudos sobre cinema. Atualmente, estudo cinema diariamente, lendo, assistindo, escrevendo, eu o respiro. Desde que tranquei meu curso, tenho frequentado cursos, palestras, seminários e afins, que envolvam a área do cinema como um todo, mas sempre buscando o enfoque teórico, que é o que mais me interessa. Como trabalho secundário – além da crítica de cinema -, tenho realizados trabalhos na área de produção e distribuição cinematográfica. Sou também cineclubista ativo e participo do projeto de extensão da FAP, que é uma revista de cinema feita por estudantes.
A cinefilia sempre esteve presente no meu âmago, por mais que não inteiramente desenvolvida, ela acabava sempre sendo apaziguada, o que de certo modo me prendia a uma camada com pouco conteúdo. Minha cinefilia mudou por completo o momento em que conheci e pude estudar Jean Renoir, a partir desse momento, um novo ciclo começa em minha vida. Esse novo caminho teve como principal fonte: André Bazin, João Bénard da Costa, Jacques Lourcelles e Bruno Andrade, críticos que mudaram minha forma de ver o cinema e definiram um novo rumo a seguir, um excelente caminho – mesmo que sinuoso e complexo.
O cinema mudou minha vida por completo. Nas palavras de Fritz Lang: “Para mim, o cinema é um vício. Eu o amo intimamente”.
Minhas atuais referências são:
– Jean Renoir, Akira Kurosawa, Alfred Hitchcock, Mario Bava, Lucio Fulci, Dario Argento, John Carpenter e Michael Cimino;
– André Bazin, João Bénard da Costa e Serge Daney.

Nome: Neylan Porto

Função: Crítico de Cinema

Quem sou eu: 

Nascido em 1985, morador do Rio de Janeiro, vivendo desde então em busca do sonho lúcido. Formado em Historia pela Universidade Gama Filho (UGF), em Literatura pela Universidade Castelo Branco (UCB), e Cinema pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro no Rio de Janeiro, atuo como pesquisador em Cinema, mais precisamente com a construção da cidadania através da História do Cinema Nacional, com toda sua retroalimentação entre diretores brasileiros tão ricos e diversos. Atuo também como produtor na Mítica Filmes, sendo disponibilizados alguns curtas da produtora no youtube. Exerço a crítica cinematográfica em alguns outros espaços como no blog Cronologia do Acaso e o Cinema em Conceitos. O estarte de minha cinefilia tem muita influência do meu pai, que alugava todo fim de semana uma pilha de VHS diversificados, com títulos que iam da Hollywood clássica à ícones de ação dos anos 80. Com a perda de visão progressiva do meu pai, meu objetivo era então travar longas conversas sobre história e os filmes vistos por ele, algo que me incentivou demais a procurar sempre essa estreita relação entre história e cinema. Minha paixão se consolidou ainda na adolescência, quando fui descobrindo diretores europeus, canais de TV a cabo, e ainda frequentador de uma locadora farta perto de casa. Conheci alguns amigos que desobriram junto comigo diretores japoneses como Kurosawa e Ozu, e alguns coreanos como Park e Bong antes mesmo de seu reconhecimento internacional, tudo isso graças à nossa devoção na época pela cultura oriental. Porém, minha cabeça explodiu de vez com a descoberta de Kieslowski e diretores da Nouvelle Vague como Truffaut e Godard. Hoje, com minha cinefilia com graus febris mais avançados, foco em tudo que me dá um prqzer estético e conhecimento, de Dreyer à Bressane, de Michael Mann à Refn. Meus pilares cinematográficos hoje são Murnau, Kubrick, Bergman, Sganzerla, Fassbinder, Lang, Ray, Ozu, Bressane e Bresson.

Um comentário em “Sobre e Contato

  • 2 de março de 2016 em 18:18
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    Meus caros, apesar da tenra idade… as críticas sã maduras e as indicações cinematográficas, também. Meu nome é Mateus Verdú, cursei filosofia e história e, atualmente, me preparo para o mestrado em Metafísica em Brasília (UnB). Um viva a este olhar!!! Abraços fraternais.

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