8 Filmes da Diretora Agnès Varda que você Precisa Assistir

Por Philippe Leão

 

Twitter: @Cineplotoficial
Instagram: @Cineplotoficial
Facebook: www.facebook.com/cineplot

Uma das diretoras mais importantes da Nouvelle Vague Francesa, Agnès Varda comunica em seus filmes a natureza e a realidade no documentário. Bastante ligada ao movimento feminista a diretora francesa é um ícone de representação.

A estética de Varda está, também, bastante ligada a experimentação que, porém, difere bastante daquela que viria surgir anos depois com bastante força no  cinema experimental (Chantal Akerman) por sua busca pela possibilidade do real documentado.

8 Filmes da Diretora Agnès Varda que você Precisa Assistir

As Duas Faces da Felicidade

Um carpinteiro ama sua mulher, seus filhos e a natureza. Em seguida, ele encontra uma outra mulher, funcionária dos correios, que adiciona felicidade à sua felicidade. Sempre apaixonado por sua mulher, ele não quer se privar, nem se esconder, nem mentir.

 

Os Catadores e Eu

A partir de um célebre quadro de Millet, o filme de Agnès Varda é um olhar sobre a persistência na sociedade contemporânea dos respigadores, aqueles que vivem da recuperação de coisas (detritos, sobras) que os outros não querem ou deixam para trás. A respigadora, nesse sentido é Agnès Varda, que experimentando pela primeira vez uma pequena câmara digital, se quer assumir como uma “recuperadora” das imagens que os outros não querem ver nem fazer, e que portanto deixam para trás.

 

As Praias de Agnes

Ao regressar às praias que marcaram a sua vida, Agnès Varda inventa uma forma de auto-documentário. Agnès coloca-se em cena entre os excertos dos seus filmes, imagens e reportagens. Faz-nos partilhar com humor e emoção o seu percurso, os primeiros passos como fotógrafa de teatro, cineasta nos anos cinquenta, a vida com Jacques Demy, a sua militância feminista, as viagens a Cuba, à China e aos EUA, o percurso de produtora independente, a sua vida em família e o amor das praias.

 

Sem Teto nem Lei

Uma jovem andarilha morre congelada no frio do inverno francês. Sua história e principalmente seus últimos dias são contados através das pessoas que cruzaram o seu caminho.

 

Cléo das 5 as 7

Agnès Varda, uma visionária da “new wave” francesa, capturou a atmosfera de Paris dos anos 60, mostrando os questionamentos de uma mulher solteira enquanto espera o resultado de uma biopsia. Uma crônica de duas horas cruciais na vida de uma mulher. Cléo das 5 as 7, mostra uma mistura profunda de realidade com sofrimento.
Com trilha sonora de Michel Legrand (Guarda-chuvas de Cherbourg), uma obra prima fantástica que inspirou Legrand, Jean-Luc Godard e Anna Karina

 

Jacquot de Nantes

Biografia do cineasta francês Jacques Demy. O filme passeia pelas lembranças de Demy, principalmente as de sua infância, contando como foi a sua relação com seus parentes e amigos, as primeiras namoradas e os primeiros filmes que fez.

 

Uma Canta, a Outra não

Duas jovens vivem em Paris em 1962: Pauline, 17 anos, é estudante e sonha em largar sua família para virar cantora. Suzanne, 22 anos, ocupa-se de seus dois filhos. Elas se separam e, cada uma de sua parte, continuam sua batalha diária. Elas se reencontram dez anos depois, numa manifestação. Suzanne trabalha num escritório de planejamento familiar e Pauline tornou-se cantora. O destino irá uni-las novamente mais tarde, em 1976, quando elas já terão experimentado a frase de Simone de Beauvoir que conclui os créditos do filme: “Mulher não se nasce, torna-se.”

 

O Mestre do Kung Fu

Durante uma primavera chuvosa, uma mulher perto dos 40, Mary-Jane, apaixona-se por um garoto de 15 anos, Julien, colega de classe de sua filha, Lucy. Mary-Jane entedia-se em sua vida de divorciada com duas filhas. Ela vê e revê o adolescente Julien, que tenta fazê-la interessar-se por sua paixão: os video-games, em especial Kung-Fu Master, jogo no qual um lutador de kung-fu deve bater todos seus adversários para resgatar Sylvia. Após o retorno de uma escapadela numa ilha, as famílias de ambos reestabelecem a “normalidade” e Mary-Jane não verá mais Julien, sofrendo por sua ausência. Será que ele a amou de verdade? Ou ela teria sido para ele apenas mais uma diversão?

Um comentário em “8 Filmes da Diretora Agnès Varda que você Precisa Assistir

  • 6 de abril de 2017 em 15:11
    Permalink

    e cá o ignorante q sequer sabia SA existência de tal excelente cineasta; oh boy.

    Resposta

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *