12 Livros Para Entender Tudo sobre Cinema!

Por Philippe Leão

 

Quer aprender Cinema e não sabe por onde começar? Essa é uma das principais indagações que chegam até a mim. Pois bem, problema resolvido. O Cineplot traz uma lista com 12 livros para estudar a Sétima Arte. É irônico, mas você pode aprender muito sobre a imagem com as palavras de grandes mestres teóricos da técnica cinematográfica. Confira!

 

  • A Linguagem Secreta do Cinema

linguagem-secretaAutor: Jean-Claude Carriere

Descrição:

A linguagem secreta do cinema é uma das mais importantes reflexões sobre a linguagem cinematográfica e sua evolução. Ângulo, câmera, iluminação, cenário, elenco e técnica são alguns dos temas abordados neste livro. Além disso, o autor explica como os filmes alteraram nossa percepção do tempo e como o cinema ajudou a desenvolver a mídia visual. Obras de grandes nomes como Kurosawa, Welles, Godard, Buñuel, Hitchcock e Fellini são analisadas sob o olhar experiente de Jean-Claude Carrière, um dos maiores roteiristas europeus.

 

  • A Forma do Filme

A Forma do FilmeAutor: Sergei Eisenstein

Descrição:

Reunindo ensaios escritos por Eisenstein em 1929, A forma do filme permite ao leitor entrar em contato com as reflexões de um homem que, depois de estudar atentamente o movimento dos filmes, dividiu as várias características da forma e do sentido cinematográficos e montou uma teoria para ensinar o cinema a voar. Entre os temas estudados destacam-se: a relação entre teatro e cinema; a dramaturgia da forma do filme; métodos de montagem; e a pureza da linguagem cinematográfica. Inclui ainda, em apêndice, o ensaio de Eisenstein “Sobre o futuro do cinema sonoro” e índice remissivo de nomes e assuntos.A forma do filme, ao lado de O sentido do filme, tornou-se a principal fonte para uma reflexão sobre o cinema.”

  • O Sentido do Filme

osentidodofilmeAutor: Sergei Eisenstein

Descrição:

Essa coletânea de artigos escritos por Eisenstein durante a Segunda Guerra Mundial e publicados em 1942 faz um balanço de sua atividade até então, examinando o passado e projetando-se para o futuro da montagem cinematográfica. Procurando demonstrar que a montagem é uma propriedade orgânica de todas as artes, esse livro investiga a relação entre palavra e imagem; a sincronização dos sentidos; as cores e seus significados; e a correspondência entre forma e conteúdo. O volume traz ainda uma filmografia do cineasta, sugestões de leitura e índice remissivo.O sentido do filme, ao lado de A forma do filme, tornou-se a principal fonte para uma reflexão sobre o cinema.

  • Práxis do Cinema

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Autor: Norl Burch

Descrição:

“Práxis do Cinema tem um interesse especial para quem se dedica ao cinema por dois aspectos principais, diz o professor e crítico de cinema, Ismail Xavier: pela “excelência no plano pedagógico” e pelo trabalho com propriedades materiais, técnicas e procedimentos específicos da prática cinematográfica. Assim o livro de Noel Burch apresenta uma qualidade didática e uma pertinência com o seu objeto que não derivam, de uma teorização a priori aplicada impositivamente ao cinema, mas “da experiência de quem, conhecedor dos debates e das alternativas da produção, soube ser claro porque reconhecia muito bem a favor do que e contra o que escrevia ao compor sua introdução ao cinema”

 

 

 

  • A Significação no Cinema

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Autor: Christian Metz

Descrição:

Este livro é fundamental e globalizante para quem se dedica ao estudo e à crítica do cinema, pois investigando a atividade cinematográfica à luz das conquistas da lingüística e da semiologia, permite compreender a especificidade dos signos cinematográficos no universo da comunicação. Trata-se de um estudo rigoroso – filosófico e científico ao mesmo tempo – que procura, através da análise semiológica, alcançar o sentido e a forma particular da relação entre cinema e realidade.

 

 

 

 

  • A Estética do Filme

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Autor: Jaques Aumont e Outros

Descrição:

Esta obra oferece um panorama completo da teoria e da estética do filme, apresentado à luz de seus desenvolvimentos mais recentes.

 

 

 

 

 

 

  • Esculpir o Tempo

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Autor: Andrei Tarkovsky

Descrição:

Em forma de diário, este livro traz a trajetória do cineasta por meio de anotações, esboços e conferências (e discussões) que manteve com Olga Surkova, quando filmava ‘Andrei Rublev’.

 

 

 

 

 

 

  • Hitchcock & Truffaut

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Autor: François Truffaut

Descrição:

Durante as décadas de 50 e 60, quando François Truffaut idealizou e realizou a série de entrevistas que resultariam neste livro, Alfred Hitchcock (1899-1980) era visto – sobretudo nos Estados Unidos – como um cineasta mediano e comercial. No entanto, para Truffaut, Hitchcock estava entre os maiores cineastas de todos os tempos, ao lado de nomes como Jean Renoir, Federico Fellini, Ingmar Bergman e Luis Buñuel. Com o objetivo de modificar a opinião dos críticos americanos – e com o imperioso desejo de ‘consultar o Oráculo’ -, Truffaut propôs ao diretor inglês que respondesse quinhentas perguntas sobre sua obra e carreira. Nessa extensa conversa, Hitchcock comenta detalhadamente sua produção, desde os primeiros filmes mudos feitos na Inglaterra até os coloridos e sonoros de Hollywood, falando sobre a concepção de cada obra, a elaboração do roteiro, as circunstâncias, as inovações e os problemas técnicos, a relação com os atores.

 

 

 

  • A Tela Demoníaca

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Autor: Lotte H. Eisner

Descrição:

História crítica dos filmes alemães dos anos de 1920 e 1930, que têm como referência as influências do teatro de Reinhardt e do expressionismo. Obra clássica da literatura cinematográfica.

 

 

 

 

 

  • Imagem-Tempo

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Autor: Gilles Deleuze

Descrição:

Este livro tem como ponto de partida uma das conclusões do estudo precedente de Gilles Deleuze, A imagem-movimento – a necessidade de arrancar dos clichês cinematográficos algo mais que sua verdade aparente. Nesta obra, Deleuze propõe uma autêntica reeducação do olhar, à luz dos conceitos filosóficos formulados por Bergson a propósito do movimento, do tempo, da duração e da imagem. A profundidade da abordagem deleuziana não diminui em nada, porém, o prazer da leitura. Filósofo-cinéfilo, Deleuze ancora todas as suas idéias em exemplos concretos, fazendo desfilar diante dos olhos do leitor imagens de clássicos dirigidos por grandes mestres, como Chaplin, Herzog, Antonini, Godard e Visconti.

 

 

 

  • Imagem-Movimento

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Autor: Gilles Deleuze

Descrição:

Em ‘Imagem-movimento – Cinema 1’, Deleuze faz uma descrição sincrónica da classicifação das imagens e dos signos cinematográficos. É uma tentativa de tipologia a que se agrega uma homenagem a Henri Bergson sob a forma de três teses sobre o movimento que vão contribuir, sobretudo, para a formação dum novo discurso. As quatro grandes variedades de movimento tomarão uma posição inicial, zarpando de filme em filme numa rota rizomática em que Deleuze nos conduz ao encontro de diferentes escolas de montagem. A Imagem-Acção aparece sob a forma de todo o cinema ‘clássico’ mas é com a sua crise interna que Deleuze nos adverte do balanço das situações sensoriais motoras em benefício das situações ópticas e sonoras puras com que a Nova Vaga francesa nos vai fazer descobrir outras acções, inibidas ou com a sua pura feição erradia. Em suma, o cinema neo-realista será a grande viragem desta produção moderna de que Deleuze se servirá para verificar uma amplificação do ponto de vista cerebral mas igualmente a renovação duma concepção do cérebro.

 

  • O que é Cinema?

213Autor: André Bazin

Descrição:

A variedade de temas caros à história do cinema neste volume indica a versatilidade e a generosidade de André Bazin. Com um estilo claro e acessível, ele transita das escolas italiana e soviética ao universo do western e das pin-ups, o que fez com que, merecidamente, tenha se transformado num dos maiores críticos modernos. Considerado um dos maiores críticos do pós-guerra, Bazin produziu a maior parte dos textos reunidos nesse livro no contexto dos cineclubes parisienses, entre 1945 e 1958. Esteve na linha de frente da produção cinematográfica do período e conviveu com diversos cineastas, entre eles os jovens Jean-Luc Godard, Eric Rohmer e François Truffaut. Mais tarde, estes o tomariam como mentor do movimento cinematográfico que iriam criar a partir de suas ideias de que um filme deve representar a visão pessoal de um cineasta; a nouvelle vague. A pesquisa recente reafirma o que já era sabido sobre parte das ideias de Bazin não terem sido registradas porque foram geradas em um contexto informal ou oral, em palestras e projeções de filmes. Atualmente, no entanto, há um esforço em recuperar aquilo que foi publicado em revistas menos conhecidas.

 

 

 

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