10 Filmes Eróticos

Por: Philippe Leão

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Antes de mais nada devemos deixar claro que, no que se refere a filmes eróticos, não estamos falando de filmes porno. São eróticos aqueles que tratam em seus conflitos narrativos o sexo. O tema já nos proporcionou grandes filmes na história do cinema, conferiremos alguns.



– Repulsa ao Sexo
 
 Repulsa ao Sexo
 
Direção: Roman Polanski
País: Reino Unido
Ano: 1965
Sinopse:
Em Londres Carol Ledoux (Catherine Deneuve) é uma bela mulher que é sexualmente reprimida e vive com sua irmã mais velha. Ela constantemente resiste aos assédios do seu namorado e também desaprova o amante da irmã. Quando esta viaja com ele em férias, Carol fica sozinha no apartamento e se afunda em uma profunda depressão, passando a ter várias alucinações
Porque Assistir:
-Grande Atuação de Catherine Deneuve
– Fotografia capaz de imprimir pesadelos psicológicos
– Filme erótico sobre o não desejo.






– Contra a Parede
 
 Contra a Parede
 
Direção: Fatih Akin
País: Turquia
Ano: 2004
Sinopse:
Sibel (Sibel Kekilli) é uma bela muçulmana de 20 anos. Em uma clínica de recuperação, após uma tentativa de suicídio, ela conhece Cahit (Birol Ünel), um turco quarentão e sua vida sofre uma reviravolta.
Porque assistir:
– A belíssima Sibel Kekilli
– A obsessão pelo desejo
– Montagem crua






– Não Amarás
 
 Não Amarás
 
Direção: Krzysztof Kieslowski
País: Polônia
Ano: 1988
Sinopse:
Jovem de 19 anos munido de uma luneta começa a observar a vida da sua vizinha (uma mulher madura), que mora defronte ao seu apartamento. Ele fica obcecado por ela e enquanto observa sua vida sexual (na qual o amor não existe), ele esquematiza subterfúgios para se aproximar dela. Com o tempo ele revela seu amor, mas ela o humilha e algo surpreendente acontece nesta relação.
Porque assistir:
– Um dos filmes mais lindos que já vi
– Sensível em seus significados e simbolos
– Não é preciso dizer muito para desenvolver os personagens e seus desejos e personalidades.
– Trilha Sonora






– Onibaba
 onibaba
 
Direção: Kaneto Shindo
País: Japão
Ano: 1964
Sinopse:
Século 14, Japão. Esperando o filho que está na guerra, uma mulher e sua nora sobrevivem em uma aldeia através de tocaias que armam para alguns soldados, matando-os e vendendo seus pertences. Com a morte do filho, a mãe põe em prática um plano diabólico para manter a companhia de sua nora.
Porque assistir:
– Terror erótico.
– Desejo sexual ao limite.
– Representação simbólica.
– Paisagem do medo e sua fotografia.






– O Piano
 
 O Piano
 
Direção: Jane Campion
País: Nova Zelandia
Ano: 1993
Sinopse:
Em meados do século XIX, Ada é uma mulher muda que tem uma filha – Flora. Para um casamento arranjado ela deixa sua terra natal, a Escócia, acompanhada de sua filha e seu amado piano. A vida nas florestas densas de uma ilha ao sul da Nova Zelândia e o relacionamento com seu marido Stewart não são o que ela esperava. Quando Stewart vende o piano para seu vizinho, George, Ada sofre muito. George diz pode lhe devolver o piano se ela o ensinar a tocar. A princípio Ada ignora George, mas lentamente o relacionamento deles se transforma, levando-os a uma situação perigosa.
Porque assistir:
– Atuações femininas fortíssimas
– Direção fantástica
– Trilha Sonora
– A personagem principal transfere sua linguagem de maneira simbólica a seu piano, ganhando valor de personagem.
– Erotismo levado aos limites através das representações simbólicas do Piano.






– Ato Final
 
Ato Final 
 
Direção: Jerzy Skolimovski
País: Reino Unido
Ano: 1970
Sinopse:
Um rapaz de origem humilde e recém-formado no colegial não encontra boas colocações profissionais e arruma um emprego numa termas pública de um subúrbio de Londres. No trabalho, ele se apaixona perdidamente por uma colega de trabalho, uma mulher mais velha do que ele.
Porque assistir:
– Pouco assistido no Brasil
– Obsessão sexual adolescente tratada em pouquíssimos ambientes
– Pouco sabemos sobre os personagens e ainda assim envolvemo-nos em seus conflitos
– David Lynch certa vez disse ser esse o único filme em que as cores valem a pena serem assistidas e vividas.






 Monika e o Desejo
 Harriet Andersson Monika e o Desejo
 
 
Direção: Ingmar Bergman
País: Suécia
Ano: 1953
Sinopse:
Harry Lund tem 19 anos de idade e trabalha numa loja de porcelanas. Quase vizinho a ele, na loja de verduras, trabalha Monika, uma simpática e alegre garota de 17 anos. Assim que eles se conhecem a paixão explode. Mas por causa da idade deles, os dois sofrem com a intereferência dos mais velhos. Monika briga com os pais e decide sair de casa. Harry discute com o chefe e pede demissão. Sem mais nada que os prendem na cidade, os jovem decidem fugir de barco para uma ilha e passar algumas semanas juntos.
Porque assistir:
– Direção de Ingmar Bergman (Sim, isso basta)
– Atuação fantástica de Harriet Anderson
– Fotografia é capaz de trazer sexualidade a personagem principal
– Todos os desejos sexuais reprimidos da sociedade são postos aqui e, em certo momento, visualizamos a personagem principal percebendo nossos julgamentos com um olhar.






– A Bela da Tarde
 
 bela da tarde
 
Direção: Luis Buñuel
País: França
Ano: 1967
Sinopse:
A história de Séverine (Catherine Deneuve), jovem rica e infeliz que procura um discreto bordel para realizar suas fantasias sexuais e conseguir o prazer que seu marido não consegue lhe dar.
Porque assistir:
– Mais uma vez Catherine Deneuve.
– Direção do mestre do Surrealismo Luis Buñuel.
– Uma história sobre como a sociedade irá criminalizar os desejos sexuais.

– O Joelho de Claire
 
O Joelho de Claire 
 
Direção: Eric Rohmer
País: França
Ano: 1970
Sinopse:
Jerome (Jean-Claude Brialy) é um diplomata que passa suas últimas férias de solteiro às margens do lago Annecy. Lá ele reencontra Aurora (Aurora Cornu), uma escritora italiana que é sua amiga e que alugou um quarto na casa de uma senhora e suas duas filhas, Laura (Béatrice Romand) e Claire (Laurence de Monaghan). Logo Aurora o avisa que Laura está interessada nele, incentivando-o a ter um último namoro antes do casamento. Entretanto Jerome está interessado em Claire, tendo um desejo obsessivo em acariciar seu joelho. Quinto filme da série Seis Contos Morais.
Porque assistir:
– Cinema extremamente humanista e realista de Eric Rohmer.
– Transferência da representação sexual ao joelho. Sensibilidade simbólica.
– Uma história sobre os impulsos sexuais, que desenvolvem a narrativa em suas viradas.






– Pietá
 
 Pietá
 
Direção: Kim Ki Duk
País: Coréia do Sul
Ano: 2012
Sinopse:
Kang-do trabalha cobrando empréstimos devidos a agiotas. Sem família, ele vive um cotidiano brutal e solitário, empregando métodos violentos para extorquir suas vítimas. Tudo muda quando ele é abordado por uma mulher que afirma ser sua mãe.
Porque assistir:
– Uma história de vingança
– Direção crua com câmera digital inquieta

– Atuações fantásticas, em especial da mãe.

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6 comentários em “10 Filmes Eróticos

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